No futuro teremos 6 dedos em cada mão... é, tive o vislumbre dentro do ônibus, subindo a Consolação. A mocinha digitava em seu smartphone, vi o futuro, tenho quase certeza de que evoluiremos para 6 dedos em cada mão: dois polegares ou dois indicadores, será um desses dois que teremos a mais em cada mão num futuro próximo, em termos históricos. Em termos práticos, é coisa de longo prazo, mas tudo nos leva a tal evolução da espécie.
Costumo ter essas visões subindo a Rebouças, mas hoje ia no sentido contrário, centro-bairro. Sendo que os seis dedos serão mais finos, e, ao contrário de hoje, o dedo mais fino será o polegar, vindo em seguida o indicador. O dedo mais grosso será o mínimo, que continuará inútil e nem para limpar o nariz servirá mais. Isto porque não haverá mais unhas, eis que elas atrapalham a digitação dos tais aparelhos. Porém, confirmando Darwin, a permanência do mínimo será a exceção que confirma a regra.
Estamos acostumados a perder órgãos e partes para evoluir. Nada vi em minha bola de cristal sobre possíveis perdas que compensem os ganhos ora relatados. É possível que haja, pois ganharemos muito. Além dos dedos, teremos um 3º braço. Nascerá no começo do pescoço, na região chamada colo, e sua respectiva 3ª mão servirá para segurar o smartphone, enquanto os outros 4 polegares das outras 2 mãos digitam. Se o cidadão estiver de pé, uma mão segura no corrimão para não cair, outra segura o aparelho e a outra digita. Se bem que já tem gente que segura e digita com uma só mão...Vantagem secundária não menos importante é que será muito mais difícil quebrar ou cortar o pescoço de alguém.
Tais evoluções da espécie mostrarão primeiros indícios nas mulheres. É que elas têm necessidade de digitar mais rápido (já hoje digitam mais rápido), porque necessitam se comunicar mais do que os homens. Aliás, por isso mesmo elas tomarão o poder quando tais evoluções se completarem. Imaginem a rapidez de uma digitação a 4 polegares. Creio até que a voz feminina, com seu timbre agudo sonoro e límpido, é decorrência do uso intenso, em tempos passados, do telefone de Graham Bell, ao contrário de nós, homens, mudos, broncos e brutos de dedos e palavras.
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