Péra aí gente, a coisa é mais grave do que eu pensava. Fui
ao Gugol e digitei TIROTEIO. A primeira sugestão foi “tiroteios estados
unidos”. Entrei. A primeira notícia sugerida é “Caso de Buffalo é o 198º
tiroteio em massa nos Estados Unidos em 2022”, da CNN Brasil.
Em seguida, uma notícia da abril.com.br diz que “Em 48
horas, EUA somam ao menos quatro tiroteios com vítimas fatais”.
A notícia da CNN informa que “no ano passado, os EUA
registraram 691 tiroteios em massa e quase 21.700 mortes relacionadas a
disparos de arma de fogo”. É uma estarrecedora descoberta.
Sim, descobri a partir de uma notícia na TV; eu que nunca
vejo notícia na TV, hoje vi, zapeando lá. Não acreditei e vim aqui conferir. É
fato! Mais de 10 tiroteios em massa por semana.
Claro que eu sabia dos tiroteios em massa nos EUA, mas não
imaginava que ocorressem nessa quantidade. Bem, não vou me alongar em
especulações sociológicas, psicológicas, ideológicas sobre essa catástrofe
social. Apenas digo-lhes que eu não quero viver num país com tanto ódio
acumulado.
Aqui talvez caiba uma comparação entre a violência social
brasileira e a estadunidense. A nossa violência, também em massa, é decorrência
da miséria. A violência deles é decorrência do ódio. Sendo que o ódio é a
gigantesca frustração isolada de milhões, que vai fermentando também
isoladamente, até explodir em... episódios isolados!
É uma grave doença social, tanto que dão o nome de
epidemia. Epidemia de tiroteios.
Se coubesse a você o absurdo de escolher a fonte da
violência a que seria submetido, qual delas você escolheria? Dias atrás, contei
do assaltante que levou minha grana, mas deixou meus documentos (enquanto me
rendia com uma faquinha, ordenou ao seu comparsa que vasculhava minha carteira
que tirasse apenas o dinheiro, deixasse os documentos).
Disse que não ia me alongar... enfim, não quero ir à
AMÉRICA nem a passeio. “América”? Sim, a “América” lá deles, a doença começa
aí. Da próxima vez, vou perguntar ao Gugol o que é tiroteio em massa.
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